Saravá, Saravah Çaravá !

Sar saravah

É sabido que este documentário é conhecido por muita gente, porém, hemos que relembrar ou mesmo apresentar para novos entusiastas o que foi produzido à cerca da música brasileira, e quem estava fazendo e como fazia música nos anos 60 / 70.

É com enorme prazer que vos apresento este ineterssantíssimo documentário sobre a Música Brasileira, feito pelo Franco – curioso e conhecedor de música afro intelectual , Pierre Barouh.
Abaixo as informações,

Foi no mês de fevereiro de 1969 que o diretor de cinema francês Pierre Barouh desembarcou no Rio de Janeiro disposto a registrar em película momentos de uma música que, embora conhecesse pouco, o fascinava intensamente. O olhar do estrangeiro, de coração aberto para a música brasileira, capturou imagens que durante 36 anos permaneceram desconhecidas no país. Aqueles momentos registrados viraram o documetário Saravah, resultado das sessões de filmagem de Barouh com os ancestrais Pixinguinha e João da Baiana, então octagenários, os jovens Maria Bethânia (aos 21 anos) e Paulinho da Viola, tendo Baden Powell como elo de ligação entre gerações tão distantes e fundamentais da arte brasileira. Interessado nas intervenções culturais e religiosas da presença da África no Brasil, Barouh entrevista João da Baiana que, acompanhado por Baden ao violão, sapateia e toca prato e faca, enquanto entoa “Okekerê”, de sua autoria, e “Yaô”, de Pixinguinha. Um momento em que a história atemporal do Brasil é materializada em imagens pelas lentes de Barouh.

Músicas deste filme
– Samba da Benção (Saravah)
– Canto de Iemanjá
– Que quere que que / Yaô
– Sermão
– Coração Vulgar
– Rosa Maria
– Tudo é Ilusão / Minhas Madrugadas / Pecadora / Coisas do Mundo Minha Nega
– Pranto de Poeta
– Baby
– Tropicália
– Frevo no. 1 do Recife
– Pra Dizer Adeus
– Lamento
– Formosa
– Tempo de Amor
– Samba da Benção (Saravah)

 

Referências

www.http://makingoff.org/

 

 

 

 

 

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Sobre Antero Kalik

É um embrião de uma ideia em sincronia com a música de resistência, com as raízes do samba e a gênesi da música brasileira, mas com abertura para as referências que influenciam e influenciaram e influenciarão o conceito de antrpofogia. É impossível pensar a antropofagia e fechar-se para a música do mundo que é um dos pilares da nossa música. Comemos e a partindo disso entramos em gestação e em consequência disso parimos algo novo, mas com a característica brasileira, e alheios ao espetáculo. Cinema, música, artes plásticas, teratro, dança, fotografia, todo o moviemento, rizomático, caótico e estável. Enfim... cultura em movimento e contra o espetáculo. / It is an embryo of an idea in sync with the strength of music, with the roots of samba and Genesi of Brazilian music, but that open references influencing and influenced and influence the concept of antrpofogia. It is impossible to think cannibalism and close to the world of music that is a pillar of our music. We ate and leaving it entered in pregnancy and result parimos something new, but with the Brazilian feature, unrelated to the show. Movies, music, arts, teratro, dance, photography, all Moviemento, rhizome, chaotic and stable. Anyway ... moving culture and against the show
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